CENSURA
É querer-te agora. E não estares à curta distância dos meus dedos.
CENSURA
Quando os teus olhos me amarram ao chão e me dizem o quanto me desejas.
CENSURA
Sempre que o meu corpo escorrega na tua boca e se prende ao toque dos teus dedos.
CENSURA
De todas as vezes que me entrego à voraz vontade de te ter debaixo da minha pele.
CENSURA
Desenhada nos lábios que te abarcam, devoram e te fazem meu. Vezes sem fim.
CENSURA
Do teu gemido quando te sentes dentro de mim. De todas as formas que eu não censuro. Antes quero.
CENSURA
Nos orgasmos trocados. Na partilha de vontades. Na luxúria do que cada um de nós fantasia. E realiza.
CENSURA
É desejarmo-nos assim.
Sutra 2011








Bebo a censura do desejo
ResponderExcluirna carícia da tua boca
como se o beijo nunca se extinguisse
nos teus lábios...
Te beijo!
AL
Olá minha amiga, tudo bem?
ResponderExcluirConvido-te a visitar o meu novo blogue "PALAVRAS AO VENTO" http://sopalavraspoeticas.blogspot.com/ que substitui "PALAVRAS QUE FALAM". Como estive muito tempo ausente por motivos de saúde, perdi a palavra passe, e não mais tive acesso ás postagens, por esse motivo, criei este novo blogue. Espero que gostes.
Belo e sensual poema.
ADOREI!
Beijinhos e uma excelente noite!